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Quem não conhece “As viagens de Gulliver”, no célebre romance de Jonathan Swift? Assim como o herói de Swift saiu de seu país e foi parar em Lilliput – uma terra habitada por homens pequeninos - em março de 1959, Mariano Lavin Ortiz e seus filhos chegaram a nossa terra e encontraram também uma porção de seres pequeninos – as crianças.

E foi pensando nelas e para dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo pai na Espanha que, em 1969, em São Caetano do Sul – SP, os filhos fundaram a Gulliver Manufatura de Brinquedos. O nome foi escolhido por eles, que quando crianças, eram fascinados pelas viagens narradas no romance de Jonathan Swift.

A aventura começa na Espanha

Na Espanha, Mariano Lavin Ortiz já mantinha forte, relação com o universo dos brinquedos, mantendo uma fábrica de brinquedos na cidade de Madrid no começo dos anos 50. Sua convicção democrática, no entanto, era incompatível com a política do general Franco e, assim, em 1959, ele imigrou para nosso país com sua família. Mariano Lavin Ortiz faleceu em 1973, aos 59 anos, certo de ter concretizado seu sonho e sua aventura em nossa Lilliput – aventura essa continuada com a mesma eficiência pelos filhos e netos.





Funcionando hoje em novas e modernas instalações, em São Caetano do Sul, cidade em que foi fundada, a Gulliver tem evoluído, procurando oferecer sempre o melhor no mercado de brinquedos. No começo eram brinquedos de PVC, que evoluíram depois para diversos processos de transformação de plásticos. No início produzindo miniaturas pintadas artesanalmente baseadas em seriados de TV de temas do velho oeste americano como o Forte Apache, Acampamento Apache, Caravana, Chaparral e Super-Heróis como Batman e Robin, Super-Homem, Mulher-Maravilha, Homem-Aranha, Hulk, Capitão América, Homem de Ferro, sem falar no inesquecível Batmóvel clássico.

Alguns cases vividos pela empresa ao longo destes 35 anos como o Jogo de Xadrez do Mequinho, com 150.000 jogos vendidos no primeiro ano, com torneios promovidos em clubes como Esperia e Juventus com 7.500 e 10.000 participantes, basicamente crianças. Em anos seguintes podemos destacar inúmeros sucessos de vendas como Big Frota, Pino Gol, Caneta-Maluca, Linha Náutica, incorporando uma grande parte de mão de obra artesanal.

Em 1975, entram em cena os personagens de pelúcia da Família Peposo (Papai e Mamãe Ursos e seus dois filhotes Peposinho e Peposinha), com 2 milhões de unidades, juntamente com os Agarradinhos – mascotes de pelúcia que com 8 milhões de unidades vendidas em 4 anos alcançando recorde de vendas do setor de brinquedos. Este sucesso continua até hoje, 35 anos depois, com produtos de grande apelo de marketing, incluindo os brinquedos de tendência de moda e as licenças, que geralmente estão relacionados com os personagens de TV e filmes de cinema.



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